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Vitrectomy in high myopia: a narrative review - Veja esse e outros artigos

BRAVS News - Vitrectomy in high myopia: a narrative review - Veja esse e outros artigos
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SELEÇÃO DE ARTIGOS
Vitrectomy in high myopia: a narrative review
A miopia patológica está associada a alterações degenerativas do globo, especialmente no pólo posterior. Olhos afetados pela miopia patológica têm maiores probabilidades de serem submetidos a cirurgia do segmento posterior e, nesses olhos, a cirurgia vitreorretiniana é desafiadora. Dicas e truques práticos podem tornar os procedimentos cirúrgicos mais simples, evitando significativamente complicações intra-e pós-operatórias que ameacem a visão. Além disso, novas técnicas cirúrgicas e avanços tecnológicos (ou seja, instrumentação, cirurgia vitreorretiniana minimamente invasiva, filtros, uso de corantes, tomografia de coerência óptica intraoperatória e cirurgia tridimensional) podem desempenhar papel nos olhos altamente miopes. O objetivo do presente trabalho é revisar dicas práticas e truques, novas técnicas cirúrgicas e avanços tecnológicos.
Autores: Michele Coppola, Alessandro Rabiolo, Maria Vittoria Cicinelli, Giuseppe Querques and Francesco Bandello.
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Efficacy and Safety of Ranibizumab With or Without Verteporfin Photodynamic Therapy for Polypoidal Choroidal Vasculopathy A Randomized Clinical Trial
O estudo objetivou comparar a eficácia e segurança da terapia combinada de ranibizumab e vPDT com monoterapia com ranibizumab em pacientes com vasculopatia polipoidal. O estudo multicêntrico e duplo mascarado recrutou 322 pacientes asiáticos com vasculopatia polipoidal confirmada por indocianina, randomizando 1:1 para monoterapia com ranibizumabe, ou combinação com PDT. Após 12 meses, a terapia combinada de ranibizumabe e vPDT foi superior à monoterapia com ranibizumabe tanto na melhor acuidade visual corrigida como na regressão completa do pólipo, requerendo menos injeções. O estudo conclui que terapia combinada deve ser considerada para os olhos com PCV.
Autores: Chandrakumar Balaratnasingam, Svetlana Cherepanoff, Rosa Dolz-Marco, Murray Killingsworth, Fred K. Chen, RandevMendis, Sarah Mrejen, Lay Khoon Too, Orly Gal-Or, Christine A. Curcio, K. Bailey Freund, Lawrence A. Yannuzzi.
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Natural History of Subclinical Neovascularization in Nonexudative
Age-Related Macular Degeneration Using Swept-Source OCT Angiography

Neste estudo prospectivo e observacional, o OCT- angiography  Swept Source foi utilizado para determinar a prevalência,incidência e a história natural da neovascularização macular subclínica (MNV) em olhos com degeneração macular relacionada à idade (DMRI) sem exsudação. Foram seguidos 160 pacientes com DMRI exsudativa ou atrofia geográfica. O olho contralateral apresentou MNV subclínica em 14% dos casos no baseline.  De 134 olhos com visitas de seguimento, um total de 13 olhos demonstraram exsudação, e destes 13 olhos, 10 olhos apresentaram MNV subclínica pré-existente. Para os olhos com MNV subclínica no momento da primeira imagem de SS OCTA, a incidência foi de 21,1%, e para os olhos sem MNV subclínica, a incidência foi de 3,6%. Em conclusão, após 12 meses, o risco de exsudação foi maior para os olhos com MNV subclínica documentada em comparação com os olhos sem MNV detectável no baseline. Para os olhos com MNV subclínica, as recomendações incluem acompanhamento mais freqüente. A terapia com anti-VEGF para lesões subclínicas não é recomendada até que estudos prospectivos sejam realizados
Autores: Adrian Koh, MD, FRCS; Timothy Y. Y. Lai, MD, FRCS; Kanji Takahashi, MD; et al.
JN - The JAMA Network
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Choriocapillaris Imaging Using Multiple En Face Optical Coherence Tomography Angiography Image Averaging

Trata-se de série de 17 casos observacional e transversal que investigou a densidade da coriocapilar em imagens de OCTA, utilizando cubo de 3X3 mm com Cirrus com Angioplex. Após a média, as imagens de coriocapilar em face mostraram uma aparência em malha. O diâmetro médio (SD) dos vasos foi de 22,8 (5,8) µm (intervalo, 9,6-40,2 µm). Em comparação com imagens únicas não ajustadas para a média, as imagens médias apresentaram mais vazios de fluxo, menor tamanho médio dos vazios de fluxo e maior densidade de vasos. Os autores concluem que a média pode melhorar a visualização da coriocapilar em imagens de OCTA, transformando as imagens de uma aparência granular para um nível onde os espaços intervasculares podem ser delimitados em voluntários saudáveis
Autores: Akihito Uji, MD, PhD; Siva Balasubramanian, MD, PhD; Jianqin Lei, MD; et al.
JN - The JAMA Network
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Intraocular Dexamethasone Implant Position in Situ and Ocular Hypertension

O trabalho objetiva apresentar a experiência multicêntrica inicial da utilização de injeção de ar sub-retiniano em combinação com ativador de plasminogênio tecidual (tPA) no momento da vitrectomia pars plana (PPV) para deslocar a hemorragia submacular (SMH).
Vinte e quatro olhos foram incluídos. Nos 3 meses após a cirurgia, o deslocamento completo da SMH do centro foveal foi alcançado em 24 olhos (100%), deslocados além das arcadas em 75% e além do equador em 20%. Hemorragia residual sub-EPR foi observada em 5 olhos (20,8%). A acuidade visual melhorou em 23 olhos e se manteve estável em 1. Como conclusão, a experiência inicial de injetar ar sub-retiniano no momento da injeção de tPA durante a VVPP demonstrou ser efetiva em deslocar a SMH da fóvea e levar a melhora visual. 

 
Autores: Sudhalkar, Aditya; Kodjikian, Laurent; Chhablani, Jay; Bhojwani, Deepak; Vasavada, Abhay.
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Cellular Characterization of Optical Coherence Tomography and Outer Retinal Bands Using Specific Immunohistochemistry Markers and Clinical Implications 

O estudo utilizou olhos de cadaveres e objetivou correlacionar as 4 bandas hiperreflectivas externas observadas no OCT com as estruturas histológicas usando citologia e imunocitoquímica na fóvea. Foram realizadas imunoistoquimica com anticorpos específicos para fotorreceptores de cones, células bipolares, células mitocôndrias, células de Müller e células do epitélio pigmentar da retina (RPE) e foram visualizadas usando microscopia confocal.
Resultados: As bandas 1 e 2, observadas na OCT, correspondem à membrana limitante externa e aos elipsoides do cone, respectivamente, separadas pelos mióides do cone. As interdigitações do EPR se estendem ao longo de todo o segmento externo dos cones, de modo que os autores não acreditam que sejam a estrutura responsável pela formação da terceira banda. No entanto, os autores identificaram pequenos fragmentos de segmentos externos de cone dentro do EPR, o que levou a caracterizar a terceira banda como os fagosomas de cones localizados sobre o RPE. Finalmente, os autores acreditam que a quarta banda corresponda ao acúmulo de mitocôndrias na porção basal do EPR, conforme identificado pela imunorreatividade do citocromo C, e que a banda hiporreflectiva entre as faixas 3 e 4 corresponda à zona dos núcleos do EPR e dos melanosomas. Concluindo, este estudo propõe uma nova interpretação das bandas externas da retina que leva a uma interpretação mais precisa das imagens dos OCTs, fornecendo informações sobre a fisiologia dos cones e sua relação com o EPR e pode ajudar a compreender melhor o diagnóstico e o prognóstico de doenças da retina.
Autores: Nicolás Cuenca, Isabel Ortuño-Lizarán, Isabel Pinilla.
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